Tem muitas mães que nem se quer sabe o que é “bossa”(inchaço) cefalohematoma em recém-nascido, até isso ocorrer com ela, e não precisa ser mãe de primeira viagem pra se “assustar”. Pois isso ocorreu comigo que já era mãe de dois e estava a caminho a minha linda princesa (que hoje com mais de um ano), gravidez correu tudo bem como o parto também foi rápido (parto normal). Mas logo que se passou as primeiras horas de vida dela começou a aparecer um inchaço do lado esquerdo da cabecinha dela, me assustei assim que vi, mas após algumas explicações dos próprios médicos fiquei mais calma, pois como eles mesmo diziam esses são “problemas comuns em recém-nascidos saudáveis”, mas eu como mãe e muito cheia de paranoias, logo que sai da maternidade procurei outras pediatras para me deixar mais aliviada, e todos disseram a mesma coisa que não precisava eu me preocupar que esse hematoma, inchaço (bossa) iria desaparecer entre os primeiros dias de vida até o mais tardar 3 meses, e com quase 3 meses desapareceu como eles disseram.

Bom, pra deixar mais claro que é algo meio que comum acontecer com recém-nascidos saudáveis , aqui vou colocar um pequeno texto que pesquisei falando sobre a “BOSSA”:
” Bossa (caput succedaneum) e cefalohematoma: a bossa é uma tumefacção (inchaço) na zona de apresentação da cabeça ao nascimento, por edema do couro cabeludo, que pode estender-se sobre as suturas (união dos ossos cranianos). Habitualmente, desaparece nos primeiros dias de vida e não precisa de nenhum tratamento. Quando são bossas grandes, pode surgir icterícia com necessidade de fototerapia (“luzes”). O cefalohematoma é uma hemorragia limitada à superfície de um osso craniano (habitualmente o parietal), muitas vezes só notada algumas horas após o nascimento e que não passa as linhas de sutura. Por vezes, pode haver uma pequena fractura associada. Normalmente, não é necessário qualquer tratamento (pode surgir icterícia) e a maioria dos cefalohematomas é reabsorvida entre a 2ª semana e o 3º mês de vida, conforme o tamanho. Só em situações raras há complicações graves associadas.” Retirado do site: http://www.alert-online.com/
Como diz no texto acima bem no final, só em situações raras acontece complicações graves, MAS O MELHOR É SEMPRE PROCURAR UM MEDICO DA ÁREA E NUNCA DE FORMA ALGUMA AUTOMEDIQUE SEU FILHO!
Alguma mãe aqui já passou por essa experiência? Conte-me aqui!!!
Beijos e até a próximo encontro!!
Autora do texto Aline F Faller.