A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR ÀS CRIANÇAS A DIZER “POR FAVOR’’, “OBRIGADO’’ E “BOM DIA’’

Devemos ensinar às crianças que as palavras por favor e obrigado podem lhe abrir muitas portas, e que o respeito ao próximo é fundamental para que eles sejam igualmente respeitados

O valor de dizer “obrigado” a tratar o próximo com respeito, o uso de “por favor” em nossos pedidos ou interações com aqueles que nos rodeiam é um ato de nobreza e que precisa ser transmitido para as crianças.

É bem possível que você mesmo seja “daquela geração”, em que foi ensinado que é fundamental tratar as pessoas com respeito, e que é necessário lidar com afeição, para que, por sua vez, você também seja tratado com reconhecimento e respeito.

É essencial incentivar tais hábitos aos nossos filhos, para que no seu dia a dia, não só eles sirvam de exemplo, mas também incentivem ambientes sociais a se tornarem mais respeitosos e criar, assim, um amanhã mais íntegro.

Pois, você acredite ou não, pequenos gestos criam universos inteiros. Nós convidamos você a refletir sobre isso.

O poder de agradecer, um gesto que devemos transmitir aos nossos filhos

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Agradecer, dizer ¨bom dia¨ ou pedir as coisas com um ¨por favor¨ são gestos de cortesia.

Acreditemos ou não, é uma maneira de fazer com que os nossos filhos pensem e deixem o habitual egocentrismo infantil, normal na infância, para que reconheçam os outros e as suas necessidades. Isso é algo que deve acontecer o mais cedo, no possível a partir dos 6 anos.

Vamos ver os detalhes.

O desenvolvimento moral das crianças

Um dos mais conhecidos autores, quando se fala do desenvolvimento moral das crianças foi, sem dúvida, Lawrence Kohlberg.

Podemos dizer, sim, que podem existir muitas diferenças de criança para criança, e até mesmo de irmão para irmão, mas normalmente as crianças seguem um mesmo  desenvolvimento no que se refere à consciência de respeito, padrões e reconhecimento do outro.

  • Durante a primeira infância, entre 2 e 5 anos, a criança é regida apenas por recompensas e punições. Ela entende que existem regras impostas que ela deve obedecer para ganhar carinho e para evitar bronca ou punição.
  • A segunda infância é, sem dúvida, a idade de ouro. Entre 6 e 9 anos a criança deixa gradualmente de lado o egocentrismo individualista.
  • E então, entre 8 ou 10 anos, a criança já é capaz de entender a noção de comunidade, o respeito que ela deve oferecer aos outros e que isso tudo será retribuído para ela mesma.
  • É comum nesta faixa etária que ela saia em defesa de seus amigos e irmãos; a criança torna-se consciente da justiça.
  • Aos poucos, e mais próximo da chegada à adolescência, elas desenvolvem uma “auto justiça”sendo crítico, uma vez que já são capazes de considerar o que é desrespeitoso ou o injusto.

Gestos de cortesia para permitir que se conectem melhor com o mundo

Quando alguém oferece à uma criança de quatro anos de idade um presente, é comum que os pais falem “o que se diz agora?”, e a criança, quase com relutância e silenciosamente, diz ao outro “obrigado”

  • Não importa se temos que repetir muitas vezes: chegará um momento em que será automático, sem que ela se dê conta.
  • Quando pede com um “por favor” algum material em sala de aula, ela pode descobrir um colega que lhe oferece o item com sorriso. Por sua vez, ao dizer “obrigado”, a outra criança irá responder de forma simpática.

Tudo isso promove conexões poderosas com base em emoções positivas.

  • Esta transição entre agradecer com obrigatoriedade e o ponto em que a criança o faz espontaneamente e com simpatia é um processo maravilhoso que irá reverter positivamente em sua vida.

Os gestos positivos fornecem aconchego, pois tratar o próximo com respeito torna as coisas mais fáceis.

O poder da criança respeitosa

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Temos certeza que você já ouviu falar da “teoria do apego”. É um termo trazido pelos autores William Sears ou John Bowlby.

  • Nesta interessante corrente enfatiza-se a necessidade de propiciar uma adaptação natural à criança em seu entorno, assim como incentivar a empatia nela, pois esse vínculo emocional a permitirá entender muito melhor o mundo, as pessoas e a si mesma.
  • A teoria do apego é aquela em que se propicia um apego saudável entre os pais e os filhos, há proximidade física, abraços, toques, palavras positivas e comunicação contínua.
  • Pilares como as palavras positivas são termos chave nesta corrente.
  • Para isso, objetiva-se propiciar uma educação baseada no reforço positivo, na necessidade de dizer obrigada, de pedir por favor, de ser paciente e de respeitar os ritmos e os tempos das crianças na hora de transmitir o conhecimento.
  • A teoria do apego defende que a emoção positiva tem mais poder do que a negativa. Nossos cérebros buscam sempre esse tipo de estímulo para sobreviver e adaptar-se melhor.

Portanto, quando a criança descobre que dar bom dia, que pedir por favor e agradecer lhe proporciona benefícios e um tratamento positivo, nunca irá deixar de fazê-lo.

Vale a pena ter isso em conta.

Via https://osegredo.com.br/2016/09/importancia-de-ensinar-as-criancas-dizer-por-favor-obrigado-e-bom-dia/

Os avós que cuidam de seus netos deixam marcas em suas almas

Há pessoas que são pontos cardeais, que levam nossos sentimentos e emoções a sua intensidade máxima. Os avós são exemplos dessas pessoas, pessoas únicas, afetuosas e inesquecíveis.

Eles simbolizam uma união que é gerada no papel que envolve uma bala, nos olhares de cumplicidade, no jogo permissivo e compreensivo de um consentimento sem tamanho que chateia os pais.

Eles são nossas memórias cheias de prazer, diversão e ternura. Histórias cheias de reviravoltas inesperadas, cabelos brancos bagunçados pelo vento e olhos que brilham ao sol durante um passeio em que se sente o calor das mãos que transmitem só amor e compreensão.

Os avós têm doutorado em amor

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O modo como os avós educam traz importantes benefícios para uma criança. Por quê? Porque os avós que cuidam dos seus netos transmitem a eles diversos ensinamentos :

  • Passatempos como caminhar, cuidar das plantas, cozinhar, etc.
  • Tradições e histórias familiares: as crianças ficam impressionadas ao saber que seus pais foram pequenos um dia.
  • Canções, jogos e contos de antigamente que estão cheios de beleza e ensinamentos.

Por outro lado, tanto sua posição familiar como sua experiência de vida acumulada garantem um modo de criação que é muito positivo para as crianças. Isso se dá dessa forma porque os avós tendem a:

  • Ter mais paciência e estressar-se menos no cotidiano. Isso lhes permite ser mais afetuosos com as crianças e lhes mostrar de maneira constante um interesse afetivo através de uma relação empática.
  • A comunicação emocional é um pilar básico que permite aos netos se sentirem muito mais compreendidos por seus avós que por seus pais.
  • Corrigir com seus netos os erros que cometeram com seus filhos e, portanto, dar uma visão aos pais sobre certos aspectos.
  • Ao mesmo tempo os avós são muito menos críticos e focam mais em coisas boas que em coisas ruins, destacando assim os pontos fortes da criança mais que seus pontos fracos.
  • Outra bonita característica do modo de educar dos avós é que eles ajudam os netos a adquirir independência dos pais, assim como a se socializar com pessoas de diferentes idades.
  • Muitas vezes os avós fazem o papel de advogados das crianças, servindo assim de ponte para validar sentimentos e resolver complicações que criam obstáculos na convivência e na comunicação entre pais e filhos.
  • Diante de uma situação de crise e instabilidade familiar como pode ser uma separação, os avós são um apoio emocional indispensável aos netos.

Mas não só os avós deixam marcas no coração, os netos também trazem vitalidade, alegria e apoiam seus avós de maneira muito importante. Cuidar dos netos significa para os avós redescobrir o lado surpreendente do mundo, a inocência e o amor mais incondicional.

Às vezes os pais podem sentir que os avós estão roubando seu papel de protagonistas, que se excedem dando às crianças tudo o que  querem sem nunca dizer-lhes não. Nada mais longe da verdade, pois cada um tem seu lugar e seu papel na vida da criança.

A princípio, com esse histórico, pode-se pensar que as crianças gostam de seus avós pelo que estes lhes dão e não por quem são, mas os netos gostam na verdade das tardes com seus avós pelo que eles significam.

Entre outras coisas porque desviam das regras com amor, com cuidado e carinho. Porque a forma de se lembrar de cada detalhe e cada momento faz da infância um lugar único e especial. E porque são os reis que nunca vão ser destronados.

O amor dos avós pelos seus netos é tão imenso que não podem evitar demonstrá-lo de todas as formas possíveis. Cozinhando, com presentes, com doces, com a presença, com os beijos, com os bolsos cheios para que não lhes falte nada, com a atenção e com um cuidado que transforma todos os lugares em lar.

As crianças percebem esta generosidade sem limites como um carinho tão desmedido que são cativados. E quando os avós estão distantes, as crianças não sentem faltam dos chocolates, mas sim do que eles significam: falar com eles e escutar palavras de ânimo, amor e sabedoria.

No fim os avós são os maiores fãs de seus netos e os que mais reforçam sua perseverança, seus talentos, sua determinação e seus triunfos. E não há ninguém como os avós que perceba tão bem a atitude decidida de seus netos, suas canções favoritas e seus olhos brilhantes impregnados de paixão.

Por isso, o cuidado deles reflete um amor puro repleto de alegria e de objetivos. Um carinho que educa as crianças, que as protege de um modo único que nem sempre é compreensível, que é indescritível.

Esse é o motivo pelo qual os avós que cuidam de seus netos deixam marcas inapagáveis na alma, um grande legado emocional. Porque todos aqueles caprichos e presentes, assim como aquelas vezes em que os avós foram rápidos demais para aliviar a dor de seus netos, fizeram com que o crescimento destes fosse marcado por um amor pleno, puro e incondicional.

Via http://amenteemaravilhosa.com.br/avos-cuidam-netos-marcas-suas-almas/

Amamentação: Desmame

Mostrei duas série sobre a amamentação sobre minha própria experiência, aqui esta a ultima da série das três e quem perdeu a primeira e segunda aqui esta o link delas:                  Amamentação: Livre Demanda / Amamentação: Dificuldades
Eu ainda amamento minha pequena de mais de um ano, mas nem por isso não fico sem pesquisar formas para desmamar ela quando for necessário, mas claro quero fazer isso de uma forma que não cause estresse ou traumas pra ela ou pra mim. Então aqui juntei algumas dicas que pesquisei, pois com certeza vou usa-las num futuro próximo.

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* Nunca inicie o processo em momentos conturbados para o bebê. Situações como os primeiros dias na escolinha, a volta da mamãe ao trabalho, a separação dos pais ou enfermidade o deixa vulnerável e a amamentação tem uma função de equilíbrio emocional.
* Não desmame de uma hora para a outra. Comece tirando uma mamada menos importante, como as do meio do dia. Atenção: se a mulher engravidar novamente, recomenda-se iniciar o desmame de forma lenta. Logo a criança perderá o interesse, pois o gosto do leite tende a mudar.
* Nas horas habituais das mamadas, não ofereça o peito até que a criança peça. Tente entretê-la com alguma atividade ou ofereça outra opção de alimento. Esta técnica permite uma redução gradual no número de mamadas.
* Procure diminuir a duração das mamadas. E depois de terminá-la, dê a seu filho um brinquedo ou sugira alguma atividade que ele particularmente goste.
* Troque o lugar onde normalmente costuma amamentá-lo e varie sempre.
* A mamada antes de dormir ou no meio da noite no geral são as mais difíceis e as últimas a serem tiradas. Se a criança já tiver mais de um ano, toda vez que ela pedir para mamar de madrugada, repita que a noite foi feita para dormir. Caso a criança durma perto da mãe, o primeiro passo é afastá-la. O papel do pai é fundamental. É ele quem deve atender aos chamados do filho no meio da noite, ser paciente e resistente mesmo que ele chore. Fonte das dicas: http://www.minhavida.com.br

Então são essas algumas dicas que pesquisei, para tentarmos de uma forma menos traumática conseguir tira-los do peito. Mas nunca esquecendo de darmos muita atenção e amor para nossos pequenos, pois o vinculo deles com nós enquanto esta no peito é muito grande, é como se eles e nós mães fôssemos um só!

Como foi com vocês mamães o desmame dos pequerruchos? conte-nos sua experiência!

Autora Aline Faller

O que é suor noturno infantil?

Seu filho vai dormir fresquinho, mas acorda cheio de suor quase todos os dias? O problema é mais comum do que parece e pode ter as mais diferentes causas, desde o simples calor excessivo até problemas que precisam de uma atenção a mais dos papais e mamães. Para combater o suor noturno, entenda as causas e descubra possíveis soluções.

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Preste atenção nas condições do quarto do seu filho

O primeiro passo é prestar bastante atenção nas condições do quartinho do seu filho. Os papais e mamães, temendo que o pequeno sinta frio durante a noite e adoeça, tendem a exagerar um pouco na quantidade de roupas e agasalhos, além de deixarem o ambiente sem circulação de vento. A dica é observar a temperatura do seu corpo para avaliar quantas roupinhas a criança vai precisar, não precisando incluir novas peças no pequeno. Para os bebês, no entanto, vale pensar em adicionar apenas uma coberta ou peça de roupa a mais do que a usada por você.

Observar metabolismo do seu filho durante o dia também te ajudará a entender como deve deixar o ambiente durante a noite. Crianças que sentem muito calor e costumam ficar suadas com facilidade, tendem a também sofrer mais com suor noturno, enquanto as mais friorentas podem precisar de uma coberta reserva durante a noite de sono.

Suor noturno também pode alertar para doenças mais sérias

Eliminando as possibilidades do próprio calor do seu filho, o suor noturno pode indicar alguns problemas mais sérios e precisa ser investigado junto a um médico. Para a criançada, algumas das principais causas da sudorese noturna podem estar relacionadas a infecção aguda ou crônica, estresse, medo, baixo açúcar no sangue se ele for diabético, efeito colateral a algum medicamento, desidratação ou até mesmo tumores. Por isso, contar com uma análise especializada é indispensável para garantir que seu filho permaneça saudável.

Via https://playkidsapp.com/family/2016/03/suor-noturno-infantil/

Amamentação: Dificuldades

Irei mostrar três série sobre a amamentação sobre minha própria experiência, aqui esta a segunda série das três e quem perdeu a primeira aqui esta o link dela:               Amamentação: Livre Demanda

Hoje vamos falar sobre as dificuldades da amamentação: A 1ª questão da dificuldade para uma mãe que esta preste a ganhar um bebe é ” será que vou ter leite para amamentar?”, e eu como simples mãe que sou te digo que sim por mais que não tenha descido leite nas primeiras horas você mãe tem que continuar a fazer com que o bebe sugue para que estimule o peito, isto é, as glândulas mamarias a produzir leite, sim, pode demorar mas não pode deixar de tentar fazer com que desça o leite, pois o leite materno para um bebe principalmente nos primeiros meses é de grande importância, e tem sim casos de mães que tentaram varias alternativas para fazer com que o leite descesse e o mesmo não aconteceu, mas este são poucos casos, pois na maioria das vezes é a própria mãe que desiste no meio do caminho e com isso acaba por optar pela mamadeira. Então, peço para as mamães não desistam!

A 2ª dificuldade para a mãe é a “pega correta”, pois se o bebe no esta na pega correta ocorre de causar dor no bico do seio e até o dito “figo”, que são pequenas bolhas de sangue que ocorre no bico do seio e com isso a mãe sente muita dor e desencadeia dores no seio e o leite acaba empedrando pois o bebe não esta sugando da forma necessária. Forma correta da “pega”: A mãe tem que pegar o seio com a mão por baixo e colocar todo o bico do seio e junto uma boa parte da aréola(parte escura da mama) na boca do bebe, o bebe quando começa a sugar, o formato de sua boca tem que ser como se fosse de um “peixinho” com o queixo encostando no peito e a mãe segurando o bebe com o abdome dele encostado em seu corpo levemente inclinado com o corpo todo encostado na mãe.

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Essas são algumas dicas do que aprendi e passo pra vocês mamães. E ai como foi? O bebe pegou corretamente desde cedo? Teve alguma dificuldade? Conte pra nós!

Beijos e até o próximo post e ultimo da série. Amamentação: Desmame,Espero vocês lá!!

Autora do texto Aline Faller.

Amamentação: Livre Demanda

Irei mostrar três série sobre a amamentação sobre minha própria experiência, aqui esta a primeira das três.

Livre demanda significa em qualquer momento, sem olhar o relógio, sem pensar no tempo, tanto se o bebê mamou faz 5 horas quanto se mamou faz 5 minutos. Dr.González

Amamentação em livre demanda, frase que para algumas mães parece um pouco difícil de assimilar, pois pra mim também era: “Tem que respeitar os horários, de 3 em 3 horas as mamadas”. E assim começou a minha dificuldade em amamentar meu segundo filho, assunto que irei explicar num próximo post.

Minha filha tem um ano e optei dês que ela nasceu pela amamentação de livre demanda, e foi a melhor escolha que fiz, pois amamento ela todas as vezes que ela necessita, isto é, pede. A amamentação de livre demanda não tem horários estipulados e não tem tempo pré-definido para ela ficar em cada peito.

Quando ela tinha de 1 a 3 meses era um pouco mais cansativo, pois a noite acordava varias vezes para a amamentação, tinha vezes que não levava 10 minutos e parava, em outras ficava sugando quase 40 minutos. Durante o dia então perdi as contas de quantas vezes tive que parar o que estava fazendo para amamenta-la.

A partir dos 6 meses mais ou menos ela colocou sozinha alguns horários, principalmente a noite, 3 a 4 vezes por noite, e hoje em dia ela mama umas três vezes a noite e durante o dia nem se conta.

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A livre demanda não significa dar o peito cada vez que o bebe esta chorando, pois isso significa que o choro já é um sinal tardio da fome. O que quero dizer com isso , é que a livre demanda é uma opção muito melhor do que a com horários estipulados, pois a com horários estipulados a mãe vira uma “escrava do relógio”, e a livre demanda não é uma escravidão como muitas pensam. Finalizo, com uma frase do Dr. Ganzales sobre a livre demanda: “Assim que, ao contrário do que muita gente pensa, a livre demanda não é uma escravidão, mas sim uma liberação para a mãe. A maioria das vezes pode fazer o que quer o seu filho, de modo que o bebê está feliz e não chora e portanto, a mãe também está feliz e não chora. E de vez em quando pode fazer o que ela quer. A escravidão é o relógio.”

E ai mamães como está sendo pra vocês a amamentação? É em livre demanda? Horários estipulados? Nos contem!!!

Beijos e até o próximo post: Amamentação: Dificuldades

Autora do texto Aline Faller

Toda a verdade sobre as cólicas em bebês

Entender o que acontece pode acalmar você e a criança. Pediatras respondem a 10 perguntas cruciais e explicam por que não é preciso temer essa fase que os bebês enfrentam.

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Ver o bebê com o rosto vermelho de tanto chorar, as pernas encolhidas e os dedinhos crispados – sinais típicos de que a razão da dor são as cólicas – é um espetáculo que nenhum pai quer presenciar. O grande alento é que as cólicas desaparecem no terceiro mês de vida, quase tão misteriosamente quanto chegaram, e não deixam nenhuma sequela. Também é verdade que pais que lidam com a situação com tranquilidade têm o dom de acalmar o bebê. Portanto, arme-se com as informações que colhemos com quatro consultores e aprenda a distinguir o que é mito e o que é verdade.

1. Por que o recém-nascido tem cólica?

Ainda há muitos pontos obscuros sobre esse assunto. Não existe, por exemplo, uma causa exata. As cólicas são atribuídas à associação de alguns fatores, entre eles a imaturidade dos sistemas gastrointestinal e nervoso central, que, entre outras funções, controla as contrações do intestino. Como o processo de formação e funcionamento desses mecanismos ainda não está completo, ocorrem movimentos intestinais descoordenados que acabam provocando as dores. Passados três meses, esses sistemas adquirem maturidade e as cólicas deixam de fazer parte da rotina da família.

2. Por que algumas crianças têm cólicas e outras estão livres delas?

Cada indivíduo é único no que diz respeito a fatores genéticos e biológicos, o que explica parte da questão. A outra parte diz respeito ao ambiente. Embora não haja dados científicos sobre o assunto, os pediatras concordam que a atitude dos pais conta pontos. “A criança percebe tudo a sua volta, inclusive a tensão e a ansiedade dos pais”, explica o neuro-pediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“A reação a esses estímulos externos pode ser a cólica.” Tanto isso é verdade que, para o pediatra Ruy Pupo Filho, autor do Manual do Bebê (editora Campus Elsevier), a cólica é quase sempre uma característica do primeiro filho – o segundo costuma ter bem menos e o terceiro quase não tem. Excesso de agitação, como som e TV altos ou brincadeiras prolongadas, também pode desencadear ou turbinar as cólicas. Respeito ao ritmo e ao sono do bebê é fundamental.

3. Como saber se o choro é mesmo devido à crise de cólica?

Primeiro, por eliminação: o bebê está com fome? A fralda está molhada? Está com calor? Com frio? Se essas possibilidades foram descartadas e o choro continua, é grande a probabilidade de ser cólica. Além disso, há algumas características específicas: o bebê se contorce, o rosto fica vermelho e com expressão de dor, as mãos se fecham e o choro estridente parece inconsolável. Em muitos casos, as crises costumam acontecer no mesmo horário – à tardinha ou no início da noite.

4. Se o bebê mama no peito, a alimentação da mãe pode fazer diferença na presença e na intensidade das cólicas?

“Há pouca relação comprovada entre a cólica e a alimentação da mãe”, afirma o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O único alimento que sabidamente aumenta as cólicas do bebê se ingerido pela mãe é o leite de vaca, mas só se ela tiver alergia à proteína do leite de vaca ou intolerância à lactose.” É possível que a mulher tenha esses problemas e não saiba, ou apenas descubra durante a amamentação, quando, em geral, por ordem médica, aumenta o consumo de leite e derivados.

5. Bebê que toma fórmula industrializada tem mais cólica do que o que é alimentado no seio materno?

Não há consenso sobre a questão. Para o nutrólogo Mauro Fisberg, a incidência é muito semelhante nos dois casos. “O que pode fazer diferença é que, se a amamentação for bem orientada, o bebê que mama no seio engolirá menos ar do que aquele alimentado por mamadeira e, consequentemente, terá menos cólicas”, observa. Já o pediatra Ruy Pupo Filho acrescenta: “O leite materno é mais bem absorvido pelo organismo, além de conter elementos que contribuem para o amadurecimento rápido do intestino das crianças”, afirma. “Com isso, a incidência de cólicas é menor em recém-nascidos que mamam no peito.”

6. Quais as formas mais eficazes de combate a essa dor?

A primeira recomendação (por mais que pareça difícil) é manter a calma. “É preciso quebrar o círculo vicioso que se estabelece: a criança tem cólica, os pais ficam nervosos, o bebê sente mais dor, gerando ansiedade crescente nos pais e assim sucessivamente”, diz a pediatra Lílian dos Santos Sadeck, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, ligado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). “O que mais funciona é o pediatra conversar bastante com o casal, passando tranquilidade e mostrando que se trata de uma questão puramente fisiológica, não de uma doença.”

Mas, se mesmo assim a crise vem, que medidas tomar? “Fazer massagens circulares na barriguinha e aquecê-la com bolsa térmica ou flexionar e estender as perninhas, fazendo bicicleta, ajuda”, recomenda. “O contato pele com pele também tem efeito relaxante e calmante”, orienta Ruy Pupo. “A mãe ou o pai devem deixar o bebê só de fralda e colocá-lo em contato com o corpo deles.” Remédios, apenas com recomendação médica.

7. Chás e fun-chicória realmente funcionam?

Há pediatras que admitem o uso desses recursos, outros que não recomendam, portanto converse com o seu antes de decidir. “Não há comprovação da eficácia, mas em alguns casos parecem trazer alívio”, diz Lílian Sadeck. Se a criança mama no peito, o chá, de camomila ou erva-doce, deve ser oferecido na colherzinha e nunca na mamadeira, para não interferir na amamentação. A quantidade também deve ser pequena. “Algo com cerca de 10 mililitros”, aconselha a médica.

8. É verdade que enrolar o bebê em um cueiro ajuda a aliviar as cólicas?

O método das nossas avós de enrolar o bebê em um cueiro como maneira de acalmá-lo voltou à moda. A técnica pode até ajudar, por fazer com que ele se sinta mais protegido – afinal, simula o ambiente “apertadinho”, porém familiar, do útero nos últimos dois meses da gravidez. Mas o colo da mãe pode ter o mesmo efeito de aconchego e segurança, sem restringir tanto os movimentos do pequeno.

9. Bebê que não arrota depois de mamar terá mais cólica em seguida?

Se o bebê engolir ar durante a mamada e não arrotar, pode haver formação de gases e, consequentemente, cólicas. Mas não significa que ele deva arrotar sempre que mama – não é regra que em toda mamada ele engula ar, principalmente se a pega do seio for correta, com a boca do bebê cobrindo a maior parte da aréola e o lábio inferior virado para baixo, formando um beicinho. Se a criança se alimenta com mamadeira, mantenha o bico sempre cheio de leite.

10. Durante a crise de cólica, algumas mães tentam amamentar para acalmar o bebê. É correto dar de mamar nessa hora?

Sugar tem efeito calmante e pode ajudar, sim. Mas, se ele mamou faz pouco tempo, costuma não ser uma alternativa adequada. “Nessa situação, o seio não terá mais tanto leite e há risco de a criança engolir ar, formando gases. Consegue-se, assim, o efeito contrário: aumentar bastante a cólica”, explica Lílian Sadeck.

Via http://mdemulher.abril.com.br/saude/bebe/toda-a-verdade-sobre-as-colicas-em-bebes

O que é “Bossa” em recém nascido?

Tem muitas mães que nem se quer sabe o que é “bossa”(inchaço) cefalohematoma em recém-nascido, até isso ocorrer com ela, e não precisa ser mãe de primeira viagem pra se “assustar”. Pois isso ocorreu comigo que já era mãe de dois e estava a caminho a minha linda princesa (que hoje com mais de um ano), gravidez correu tudo bem como o parto também foi rápido (parto normal). Mas logo que se passou as primeiras horas de vida dela começou a aparecer um inchaço do lado esquerdo da cabecinha dela, me assustei assim que vi, mas após algumas explicações dos próprios médicos fiquei mais calma, pois como eles mesmo diziam esses são “problemas comuns em recém-nascidos saudáveis”, mas eu como mãe e muito cheia de paranoias, logo que sai da maternidade procurei outras pediatras para me deixar mais aliviada, e todos disseram a mesma coisa que não precisava eu me preocupar que esse hematoma, inchaço (bossa) iria desaparecer entre os primeiros dias de vida até o mais tardar 3 meses, e com quase 3 meses desapareceu como eles disseram.

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Bom, pra deixar mais claro que é algo meio que comum acontecer com recém-nascidos saudáveis , aqui vou colocar um pequeno texto que pesquisei falando sobre a “BOSSA”:

” Bossa (caput succedaneum) e cefalohematoma: a bossa é uma tumefacção (inchaço) na zona de apresentação da cabeça ao nascimento, por edema do couro cabeludo, que pode estender-se sobre as suturas (união dos ossos cranianos). Habitualmente, desaparece nos primeiros dias de vida e não precisa de nenhum tratamento. Quando são bossas grandes, pode surgir icterícia com necessidade de fototerapia (“luzes”). O cefalohematoma é uma hemorragia limitada à superfície de um osso craniano (habitualmente o parietal), muitas vezes só notada algumas horas após o nascimento e que não passa as linhas de sutura. Por vezes, pode haver uma pequena fractura associada. Normalmente, não é necessário qualquer tratamento (pode surgir icterícia) e a maioria dos cefalohematomas é reabsorvida entre a 2ª semana e o 3º mês de vida, conforme o tamanho. Só em situações raras há complicações graves associadas.” Retirado do site: http://www.alert-online.com/

Como diz no texto acima bem no final, só em situações raras acontece complicações graves, MAS O MELHOR É SEMPRE PROCURAR UM MEDICO DA ÁREA E NUNCA DE FORMA ALGUMA AUTOMEDIQUE SEU FILHO!

Alguma mãe aqui já passou por essa experiência? Conte-me aqui!!!

Beijos e até a próximo encontro!!

Autora do texto Aline F Faller.